Ninguém tem o direito de nos ofender
10, março, 2009 por Marília Magalhães
“Quando cremos ou afirmamos que nos ofenderam, somente queremos dizer que nos sentimos insultados, maltratados, (…) ou que nos faltaram com o respeito. E, desde cedo, ao nos relacionamos com as demais pessoas, vamos ser objeto de expressões torpes que nos farão sentir vergonha, de observações carentes de escrúpulos e maliciosas, que poderiam fazer com que nos sintamos ofendidos. Não obstante, basicamente, é impossível que outra pessoa lhes ofenda ou que me ofenda. Por certo, crer que outra pessoa nos tenha ofendido é fundamentalmente falso, posto que nos sentirmos ofendidos é um sentimento que escolhemos experimentar e não um estado inferido a nós nem imposto sobre nós por outra pessoa ou coisa. O crer que alguém ou algo poderá fazer com que nos sintamos ofendidos, irritados, tristes emocionalmente ou amargurados diminue nossos arbítrio moral e nos transforma em objetos sobre os quais se atua. Sem embargo, na qualidades de agentes, vocês e eu temos o poder de agir e escolher a forma como reagiremos diante de uma situação (…).”
(Élder David A. Bednar, A Liahona. Novembro de 2006, pág. 90)
Palavras-chave: Atitude, Ofensas, Arbítrio.