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	<title>Comentários sobre: Por que você deixou a Igreja?</title>
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	<description>Sobre &#039;A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias&#039;</description>
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		<title>Por: maria do carmo feitoza</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-155</link>
		<dc:creator>maria do carmo feitoza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 02:43:07 +0000</pubDate>
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		<description>Olha só Aristides, voçe não entedeo nada do evangelho, na IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ULTIMOS DIAS não temos que achar nada, já está tudo achado, não é o senhor que precisa de voçe .é voçe que precisa dele.eu amo o pai celestial e sei que ele me ama, e no dia em que eu não quizer mais frequentar a IGREJA,não irei culpar essa ou aquela pessoa,si eu perder o meu testemunho vai ser unica e exclusiva culpa minha.pertenco a ALA DE PALMEIRAS em SÂO PAULO e amo muito tudo isso....


LIA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhó Aristides, voçe não entedeo nado evangelho, nGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ULTIMOS DIAS não temos que achar nada, já está tudo achado, não é o senhor que precise voçe .é voçe que precisele.eu amo o pai celestial e sei que ele me ama, e no dim que eu não quizer mais frequentar GREJA,não irei culpar essu aquelessoa,si eu perder o meu testemunho vai ser unic exclusivulpinha.pertenco LA DE PALMEIRAS em SÂO PAULO e amo muito tudo isso&#8230;.</p>
<p>LIA.</p>
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		<title>Por: aristides da cruz barbosa</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-154</link>
		<dc:creator>aristides da cruz barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 23:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>abandonei a igreja pois vir muitos erros na parte dos menbros .e~naõ aceito de maneira neuma uma pessoa q ser considera um santo dos ultimos dias ,destratas as pessoas ,por serem negras ou outras ,na minha ala ta uma apostasia so .amo este evagelho ,creio que temos um profeta vivo ,mais voutar a igreja de jesus cristo dos santos dos ultimos dias na ala sobral.nunca!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>abandonei grejois vir muitos erros narte dos menbros .e~naõ aceito de maneireummesso ser considerm santo dos ultimos dias ,destratas as pessoas ,por serem negras ou outras ,ninhlmpostasio .amo este evagelho ,creio que temos um profetivo ,mais voutar greje jesus cristo dos santos dos ultimos dias nlobral.nunca!</p>
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		<title>Por: Luiz Polito</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-153</link>
		<dc:creator>Luiz Polito</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 14:53:07 +0000</pubDate>
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		<description>Marília,
Muito bom seu artigo a respeito dos motivos de alguém se afastar da Igreja.
Logicamente existem muitos outros, tão variados porque cada ser humano é único, cada ser humano tem sentimentos tão diferentes, sensibilidade diferente, expectativas diferentes em relação à sua entrada na Igreja.
Nós temos a (errada) tendência de achar que os outros sentem o que nós sentimos, pensam o que nós pensamos, tem a perspectiva que nós temos- quando temos contato com outrém.
Porisso, sábio é o que OUVE antes de falar, ESCUTA  antes de aconselhar, TEM EMPATIA antes de condenar alguém.
Somente OUVINDO COM O CORAÇÃO nós poderemos entender o que as pessoas pensam, sentem, e que expectativas têm em relação à Igreja e à vida.
E somente podemos ajudar quem QUER ajuda.
Talvez uma pergunta importante ao tentarmos ajudar alguém seja: você quer ajuda?que tipo de ajuda você precisa?Aí, se estiver à nossa altura ajudar, poderemos fazer a diferença.
Parabéns pelo seu blog!!
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marília,<br />
Muito bom seu artigo espeito dos motivos de alguém se afastar dgreja.<br />
Logicamente existem muitos outros, tão variados porque cader humano é único, cader humano tem sentimentos tão diferentes, sensibilidade diferente, expectativas diferentes em relação à suntradgreja.<br />
Nós temos errada) tendêncie achar que os outros sentem o que nós sentimos, pensam o que nós pensamos, tem erspectivue nós temos- quando temos contato com outrém.<br />
Porisso, sábio é o que OUVE antes de falar, ESCUTA  antes de aconselhar, TEM EMPATIA antes de condenar alguém.<br />
Somente OUVINDO COM O CORAÇÃO nós poderemos entender o que as pessoas pensam, sentem, e que expectativas têm em relação à Igrej à vida.<br />
E somente podemos ajudar quem QUER ajuda.<br />
Talvez umerguntmportante ao tentarmos ajudar alguém seja: você quer ajuda?que tipo de ajudocê precisa?Aí, se estiver à nosslturjudar, poderemos fazer iferença.<br />
Parabéns pelo seu blog!!<br />
abraços</p>
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		<title>Por: Marília Magalhães</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-152</link>
		<dc:creator>Marília Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 19:57:51 +0000</pubDate>
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		<description>E eu AMEI o seu! :-)

Amei sua maneira de escrever, assim como a escolha dos temas e as gravuras escolhidas. Muito bem feito o trabalho!

Obrigada por compartilhar.

Ah: adicionei à lista de blogs SUD, tá?

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu AMEI o seu! <img src='http://blogsud.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Amei suaneire escrever, assim como scolhos temas e as gravuras escolhidas. Muito bem feito o trabalho!</p>
<p>Obrigador compartilhar.</p>
<p>Ah: adicionei à liste blogs SUD, tá?</p>
<p>Abraços.</p>
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	<item>
		<title>Por: Gledestone Fernandes</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-151</link>
		<dc:creator>Gledestone Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 15:52:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsud.org/?p=21#comment-151</guid>
		<description>Muito bom o seu blog. Traz reflexões importantes sobre temas espirituais e pessoais que servem como exemplo para todos nós. Parabéns pela iniciativa, pois como nos indicam as autoridades da Igreja atualmente, devemos utilizar, sim, a internet como um meio de divulgarmos ainda mais a Igreja, seus ensinamentos e nossos testemunhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o seu blog. Traz reflexões importantes sobre temas espirituais e pessoais que servem como exemplo parodos nós. Parabéns pelniciativa, pois como nos indicam as autoridades dgrejtualmente, devemos utilizar, sim, nternet como um meio de divulgarmos aindais greja, seus ensinamentos e nossos testemunhos.</p>
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		<title>Por: dtvox</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-150</link>
		<dc:creator>dtvox</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 22:12:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogsud.org/?p=21#comment-150</guid>
		<description>Marilia,
Segue o discurso do Elder David A. Bednar
Abraços,
DTVox

E para Eles Não Há Tropeço
Élder David A. Bednar 
Do Quórum dos Doze Apóstolos 
http://www.lds.org/conference/talk/display/0,5232,49-2-647-32,00.html


Por meio do poder fortalecedor da Expiação de Jesus Cristo, vocês e eu seremos abençoados para evitar e vencer as ofensas.

Oro, esta tarde, para que o Espírito Santo ajude a mim e a vocês à medida que, juntos, examinarmos importantes princípios do evangelho. 

Uma das minhas atividades preferidas como líder do sacerdócio é visitar os membros da Igreja em sua casa. Gosto particularmente de conversar com os membros que em geral são descritos como “menos ativos”. 

Durante os anos em que servi como presidente de estaca, eu contatava regularmente os bispos e lhes pedia que identificassem em espírito de oração pessoas ou famílias que pudéssemos visitar juntos. Antes de irmos até a casa deles, o bispo e eu nos ajoelhávamos e pedíamos orientação e inspiração ao Pai Celestial para nós e os membros que encontraríamos. 

Nossas conversas eram bastante diretas. Expressávamos amor e gratidão pela oportunidade de estar em sua casa. Afirmávamos que éramos servos do Senhor a Seu serviço naquele lar. Dizíamos que sentíamos sua falta e precisávamos deles — e que eles necessitavam das bênçãos do evangelho restaurado. Em algum momento no início da conversa, eu costumava fazer uma pergunta do tipo: “Poderiam ajudar-nos a entender por que não estão participando ativamente das bênçãos e programas da Igreja?” 

Fiz centenas e centenas de visitas dessa natureza. Cada pessoa, cada família, cada lar, cada resposta era diferente. Contudo, com o passar dos anos, detectei um tema comum a muitas das respostas às minhas perguntas. Com freqüência eu ouvia explicações como: 

“Há vários anos, um irmão disse algo na Escola Dominical que me ofendeu, e nunca mais voltei.”

“Ninguém no ramo me cumprimentava ou se aproximava de mim. Sentia-me um intruso. Fiquei magoado com a frieza dos membros deste ramo.” 

“Não concordei com certos conselhos do bispo. Não porei os pés naquela capela enquanto ele for o líder.”

Foram citados muitos outros motivos de ofensa — desde diferenças doutrinárias entre adultos a zombarias, provocações e exclusões entre os jovens. No entanto, o motivo recorrente era: “Fui ofendido por (…)”. 

O bispo e eu ouvíamos com atenção e sinceridade. Um de nós perguntava em seguida sobre a conversão deles ao evangelho restaurado e seu testemunho. Ao conversarmos, os olhos deles não raro se enchiam de lágrimas quando recordavam o testemunho confirmador do Espírito Santo e descreviam suas antigas experiências espirituais. A maioria dos “menos ativos” que visitei tinha um testemunho perceptível e cálido da veracidade do evangelho restaurado. Contudo, no momento não estavam participando das atividades e reuniões da Igreja. 

Então eu dizia algo como: “Deixem-me ver se compreendi o que aconteceu com vocês. Porque alguém na Igreja os ofendeu, vocês deixaram de ser abençoados pela ordenança do sacramento. Renunciaram à companhia constante do Espírito Santo. Porque alguém na Igreja os ofendeu, afastaram-se das ordenanças do sacerdócio e do templo sagrado. Abriram mão da oportunidade de servir ao próximo e de aprender e crescer. E agora estão erguendo barreiras que impedirão o progresso espiritual dos seus filhos, dos filhos dos seus filhos e das gerações seguintes”. Muitas vezes as pessoas paravam para pensar por um instante e em seguida comentavam: “Eu nunca tinha visto as coisas por esse prisma”. 

Então, o bispo e eu fazíamos o convite: “Caros amigos, estamos aqui hoje para dizer-lhes que a hora de parar de sentirem-se ofendidos é agora. Não só nós precisamos de vocês, mas vocês também precisam das bênçãos do evangelho restaurado de Jesus Cristo. Por favor, voltem — e voltem agora”. 

Optar por Não Se Ofender
Quando achamos ou dizemos que fomos ofendidos, em geral isso quer dizer que nos sentimos injuriados, maltratados, desprezados ou desrespeitados. Certamente ocorrem coisas irrefletidas, constrangedoras, censuráveis e mesquinhas em nossas interações com outras pessoas que podem fazer com que nos sintamos ofendidos. Todavia, no fundo é impossível para uma pessoa ofender outra. Na verdade, achar que alguém nos ofendeu é fundamentalmente falso. Ofender-nos é uma escolha que fazemos; não é uma condição infligida ou imposta a nós por alguém ou algo. 

Na grande divisão de todas as criações de Deus, há coisas que agem e outras que recebem a ação (ver 2 Néfi 2:13–14). Na condição de filhos e filhas do Pai Celestial, fomos abençoados com o dom do arbítrio moral, a capacidade de agir e escolher de maneira independente. Investidos do arbítrio, todos somos agentes e portanto devemos primeiramente agir e não só nos submeter à ação. Achar que alguém ou algo pode fazer com que nos sintamos ofendidos, zangados ou magoados é um insulto ao nosso arbítrio moral e reduz-nos a meros objetos sujeitos à ação. Contudo, como agentes, todos temos o poder de agir e escolher como nos conduziremos diante de uma situação ofensiva ou aviltante. 

Thomas B. Marsh, o primeiro presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, desta dispensação, optou por ofender-se num desentendimento insignificante sobre uma porção de nata, (ver Deseret News, 16 de abril de 1856, p. 44). Brigham Young, por outro lado, foi repreendido severa e publicamente pelo Profeta Joseph Smith, mas decidiu não se ofender (ver Truman G. Madsen, “Hugh B. Brown—Youthful Veteran”, New Era, abril de 1976, p. 16). 

Em muitas ocasiões, optar por ofender-se é sintoma de um problema espiritual bem mais amplo e sério. Thomas B. Marsh permitiu-se sofrer a ação, e no final os resultados foram a apostasia e a infelicidade. Brigham Young foi um agente que exerceu seu arbítrio e procedeu de acordo com princípios corretos. Assim, tornou-se um instrumento valioso nas mãos do Senhor. 

O Salvador é o maior exemplo de como devemos reagir a acontecimentos ou situações potencialmente ofensivos.

“E o mundo, devido à iniqüidade, julgá-lo-á como uma coisa sem valor; portanto o açoitam e ele suporta-o; e ferem-no e ele suporta-o. Sim, cospem nele e ele suporta-o por causa de sua amorosa bondade e longanimidade para com os filhos dos homens” (1 Néfi 19:9). 

Por meio do poder fortalecedor da Expiação de Jesus Cristo, vocês e eu seremos abençoados para evitar e vencer as ofensas. “Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço” (Salmos 119:165). 

Um Laboratório de Aprendizado nos Últimos Dias
A capacidade de estar imune às ofensas talvez pareça algo além do nosso alcance. Essa faculdade, porém, não está reservada a líderes proeminentes da Igreja como Brigham Young. A própria natureza da Expiação do Redentor e o propósito da Igreja restaurada estão voltados para ajudar-nos a receber precisamente esse tipo de força espiritual. 

Paulo ensinou aos santos de éfeso que o Salvador estabeleceu Sua Igreja para “(…) o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; 

Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Efésios 4:12–13). 

Peço que atentem para o uso da palavra “aperfeiçoamento”. Conforme descrito pelo élder Neal A. Maxwell, a Igreja não é uma “clínica de repouso bem-equipada para pessoas já aperfeiçoadas” (“A Brother Offended”, Ensign, maio de 1982, p. 38). Na realidade, a Igreja é um laboratório de aprendizado e uma oficina na qual adquirimos experiência ao praticarmos uns com os outros o processo contínuo de “aperfeiçoar os santos”. 

O élder Maxwell também explicou com sabedoria que, neste laboratório de aprendizado dos últimos dias conhecido como a Igreja restaurada, os membros constituem o “material de estudo“ (ver “Jesus the Perfect Mentor”, Ensign, fevereiro de 2001, p. 13) que é essencial para o crescimento e o desenvolvimento. Uma professora visitante aprende seu dever ao servir e amar suas irmãs da Sociedade de Socorro. Um professor inexperiente aprende lições preciosas ao ensinar tanto alunos interessados como desatentos e assim se torna um professor mais eficaz. E um novo bispo aprende seu ofício por meio da inspiração e do trabalho conjunto com os membros da ala que o apóiam incondicionalmente, mesmo reconhecendo suas fraquezas humanas. 

Compreender que a Igreja é um laboratório de aprendizado ajuda a preparar-nos para uma realidade inevitável. De uma forma ou de outra e mais cedo ou mais tarde, alguém na Igreja fará ou dirá algo que poderá ser considerado ofensivo. Um acontecimento desse tipo seguramente se dará com cada um de nós — e com certeza mais de uma vez. Ainda que as pessoas não tenham a intenção de nos insultar ou ofender-nos, pode ser que às vezes ajam de modo irrefletido ou careçam de tato. 

Nenhum de nós pode controlar as intenções ou o comportamento dos outros. Contudo, nós é que determinamos a maneira como agiremos. Peço que nunca se esqueçam de que todos somos agentes investidos do arbítrio moral e podemos optar por não nos ofendermos. 

Durante um período conturbado de guerra, ocorreu uma troca de correspondência entre Morôni, o capitão dos exércitos nefitas, e Paorã, juiz supremo e governador do país. Morôni, cujas tropas estavam sofrendo devido ao apoio insuficiente das autoridades, escreveu a Paorã “a título de recriminação” (Alma 60:2) e acusou-o duramente de negligência, indolência e indiferença. Paorã poderia facilmente ter-se ressentido com Morôni e sua mensagem, mas preferiu não se ofender. Paorã reagiu de modo compassivo e relatou uma rebelião contra o governo da qual Morôni não tinha ciência. Em seguida, respondeu: “(…) Eis que te digo, Morôni, que não me regozijo com vossas grandes aflições; sim, elas afligem-me a alma. (…) E agora, em tua epístola censuraste-me, mas isso não importa. Não estou zangado; antes, regozijo-me pela grandeza de teu coração (…)” (Alma 61:2, 9). 

Um dos maiores indicadores da nossa maturidade espiritual é a maneira de reagirmos às fraquezas, à inexperiência e aos atos potencialmente ofensivos dos outros. Ainda que uma coisa, um incidente ou uma expressão pareçam ultrajantes, podemos optar por não nos ofendermos — e por dizermos como Paorã: “Não importa”. 

Dois Convites
Concluo a minha mensagem com dois convites.

Primeiro Convite
Convido-os a aprender e a aplicar os ensinamentos do Salvador sobre as interações e episódios que podem ser interpretados como ofensivos. 

“Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. 

Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem (…); 

Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?

E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?

Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:43–44; 46–48).

é interessante notar que a admoestação “sede vós pois perfeitos” vem precedida imediatamente de conselhos sobre a forma de agir em resposta a injustiças e ofensas. Está claro que os requisitos rígidos para o aperfeiçoamento dos santos incluem designações que nos põem à prova e nos desafiam. Se uma pessoa disser ou fizer algo que considerarmos ofensivo, nossa primeira obrigação é recusarmo-nos a ofender-nos e depois nos comunicarmos em particular, de modo honesto e direto com a pessoa. Tal atitude é um convite à inspiração do Espírito Santo e permite que os mal-entendidos se esclareçam e que se compreenda a real intenção. 

Segundo Convite
Muitas das pessoas e famílias que mais precisam ouvir esta mensagem sobre a decisão de não se ofender talvez não estejam participando da conferência conosco hoje. Suponho que todos conhecemos membros que se encontram afastados da Igreja por terem preferido ofender-se — e que seriam muito abençoados se voltassem. 

Poderiam identificar, em espírito de oração, uma pessoa com quem vocês conversarão e a quem farão o convite para voltar a nosso convívio? Podem dar-lhe uma cópia deste discurso ou, se preferirem, abordar os princípios que discutimos hoje. E, por favor, lembrem-se de que esse convite deve ser feito com amor e mansidão — e não em espírito de superioridade e orgulho. 

Ao respondermos a esse convite com fé no Salvador, testifico e prometo que portas se abrirão, que nossa boca se tornará inspirada e o Espírito Santo testificará da verdade eterna e que o fogo do testemunho se reacenderá. 

Como Seu servo, faço ecoar as palavras do Mestre, ao declarar: “Tenho-vos dito estas coisas para que vos não escandalizeis” (João 16:1). Testifico da realidade e divindade de um Salvador vivo e de Seu poder de ajudar-nos a evitar e superar as ofensas. No sagrado nome de Jesus Cristo. Amém.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marilia,<br />
Segue o discurso do Elder David A. Bednar<br />
Abraços,<br />
DTVox</p>
<p>E parles Não Há Tropeço<br />
Élder David A. Bednar<br />
Do Quórum dos Doze Apóstolos<br />
<ref ="http://www.lds.org/conference/talk/display/0,5232,49-2-647-32,00.html" rel="nofollow">http://www.lds.org/conference/talk/display/0,5232,49-2-647-32,00.html</p>
<p>Por meio do poder fortalecedor dxpiação de Jesus Cristo, vocês e eu seremos abençoados parvitar e vencer as ofensas.</p>
<p>Oro, estarde, parue o Espírito Santo ajude im e ocês à medidue, juntos, examinarmos importantes princípios do evangelho. </p>
<p>Umas minhas atividades preferidas como líder do sacerdócio é visitar os membros dgrejm suasa. Gosto particularmente de conversar com os membros que em geral são descritos como “menos ativos”. </p>
<p>Durante os anos em que servi como presidente de estaca, eu contatavegularmente os bispos e lhes pediue identificassem em espírito de oração pessoas ou famílias que pudéssemos visitar juntos. Antes de irmos até aseles, o bispo e eu nos ajoelhávamos e pedíamos orientação e inspiração ao Pai Celestial parós e os membros que encontraríamos. </p>
<p>Nossas conversas eram bastante diretas. Expressávamos amor e gratidão pelportunidade de estar em suasa. Afirmávamos que éramos servos do Senhor eu serviço naquele lar. Dizíamos que sentíamos sualt precisávamos deles — e que eles necessitavam das bênçãos do evangelho restaurado. Em algum momento no início donversa, eu costumavazer umergunto tipo: “Poderiam ajudar-nos ntender por que não estão participando ativamente das bênçãos e programas dgreja?” </p>
<p>Fiz centenas e centenas de visitas dessatureza. Cadessoa, cadamília, cadar, cadespostriferente. Contudo, com o passar dos anos, detectei um temomum uitas das respostas às minhas perguntas. Com freqüênciu ouvixplicações como: </p>
<p>“Há vários anos, um irmão disse algo nscolominical que me ofendeu, e nuncais voltei.”</p>
<p>“Ninguém no ramo me cumprimentavu se aproximave mim. Sentia-me um intruso. Fiquei magoado com riezos membros deste ramo.” </p>
<p>“Não concordei com certos conselhos do bispo. Não porei os pés naquelapelnquanto ele for o líder.”</p>
<p>Foram citados muitos outros motivos de ofens desde diferenças doutrinárias entre adultos ombarias, provocações e exclusões entre os jovens. No entanto, o motivo recorrente era: “Fui ofendido por (…)”. </p>
<p>O bispo e eu ouvíamos com atenção e sinceridade. Um de nós perguntavm seguidobre onversão deles ao evangelho restaurado e seu testemunho. Ao conversarmos, os olhos deles não raro se enchiam de lágrimas quando recordavam o testemunho confirmador do Espírito Santo e descreviam suas antigas experiências espirituais. A maiorios “menos ativos” que visitei tinhm testemunho perceptível e cálido deracidade do evangelho restaurado. Contudo, no momento não estavam participando das atividades e reuniões dgreja. </p>
<p>Então eu dizilgo como: “Deixem-me ver se compreendi o que aconteceu com vocês. Porque alguém ngrejs ofendeu, vocês deixaram de ser abençoados pelrdenanço sacramento. Renunciaram à companhionstante do Espírito Santo. Porque alguém ngrejs ofendeu, afastaram-se das ordenanças do sacerdócio e do templo sagrado. Abriram mão dportunidade de servir ao próximo e de aprender e crescer. E agorstão erguendo barreiras que impedirão o progresso espiritual dos seus filhos, dos filhos dos seus filhos e das gerações seguintes”. Muitas vezes as pessoas paravam parensar por um instante e em seguidomentavam: “Eu nuncinhisto as coisas por esse prisma”. </p>
<p>Então, o bispo e eu fazíamos o convite: “Caros amigos, estamos aqui hoje parizer-lhes que ore parar de sentirem-se ofendidos é agora. Não só nós precisamos de vocês, mas vocês também precisam das bênçãos do evangelho restaurado de Jesus Cristo. Por favor, voltem — e voltem agora”. </p>
<p>Optar por Não Se Ofender<br />
Quando achamos ou dizemos que fomos ofendidos, em geral isso quer dizer que nos sentimos injuriados, maltratados, desprezados ou desrespeitados. Certamente ocorrem coisas irrefletidas, constrangedoras, censuráveis e mesquinhas em nossas interações com outras pessoas que podem fazer com que nos sintamos ofendidos. Todavia, no fundo é impossível parmessofender outra. Nerdade, achar que alguém nos ofendeu é fundamentalmente falso. Ofender-nos é umscolhue fazemos; não é umondição infligidu impost nós por alguém ou algo. </p>
<p>Nrande divisão de todas as criações de Deus, há coisas que agem e outras que recebem ção (ver 2 Néfi 2:13–14). Nondição de filhos e filhas do Pai Celestial, fomos abençoados com o dom do arbítrio moral, apacidade de agir e escolher de maneirndependente. Investidos do arbítrio, todos somos agentes e portanto devemos primeiramente agir e não só nos submeter à ação. Achar que alguém ou algo pode fazer com que nos sintamos ofendidos, zangados ou magoados é um insulto ao nosso arbítrio moral e reduz-nos eros objetos sujeitos à ação. Contudo, como agentes, todos temos o poder de agir e escolher como nos conduziremos diante de umituação ofensivu aviltante. </p>
<p>Thomas B. Marsh, o primeiro presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, destispensação, optou por ofender-se num desentendimento insignificante sobre umorção de nata, (ver Deseret News, 16 de abril de 1856, p. 44). Brigham Young, por outro lado, foi repreendido sever publicamente pelo Profetoseph Smith, mas decidiu não se ofender (ver Truman G. Madsen, “Hugh B. Brown—Youthful Veteran”, New Era, abril de 1976, p. 16). </p>
<p>Em muitas ocasiões, optar por ofender-se é sintome um problemspiritual bem mais amplo e sério. Thomas B. Marsh permitiu-se sofrer ção, e no final os resultados foram postasi nfelicidade. Brigham Young foi um agente que exerceu seu arbítrio e procedeu de acordo com princípios corretos. Assim, tornou-se um instrumento valioso nas mãos do Senhor. </p>
<p>O Salvador é o maior exemplo de como devemos reagir contecimentos ou situações potencialmente ofensivos.</p>
<p>“E o mundo, devido à iniqüidade, julgá-lo-á como umoisem valor; portanto o açoitam e ele suporta-o; e ferem-no e ele suporta-o. Sim, cospem nele e ele suporta-o por cause sumorosondade e longanimidade parom os filhos dos homens” (1 Néfi 19:9). </p>
<p>Por meio do poder fortalecedor dxpiação de Jesus Cristo, vocês e eu seremos abençoados parvitar e vencer as ofensas. “Muitaz têm os que amam uei, e parles não há tropeço” (Salmos 119:165). </p>
<p>Um Laboratório de Aprendizado nos Últimos Dias<br />
A capacidade de estar imune às ofensas talvez pareçlgo além do nosso alcance. Essaculdade, porém, não está reservad líderes proeminentes dgrejomo Brigham Young. A própriaturezxpiação do Redentor e o propósito dgrejestauradstão voltados parjudar-nos eceber precisamente esse tipo de forçspiritual. </p>
<p>Paulo ensinou aos santos de éfeso que o Salvador estabeleceu Sugrejar(…) o aperfeiçoamento dos santos, par obro ministério, pardificação do corpo de Cristo; </p>
<p>Até que todos cheguemos à unidade dé, e ao conhecimento do Filho de Deus, omem perfeito, à medidstaturomplete Cristo” (Efésios 4:12–13). </p>
<p>Peço que atentem par uso dalavraperfeiçoamento”. Conforme descrito pelo élder Neal A. Maxwell, grejão é umclínice repouso bem-equipadaressoas já aperfeiçoadas” (“A Brother Offended”, Ensign, maio de 1982, p. 38). Nealidade, grej um laboratório de aprendizado e umficinual adquirimos experiêncio praticarmos uns com os outros o processo contínuo de “aperfeiçoar os santos”. </p>
<p>O élder Maxwell também explicou com sabedoriue, neste laboratório de aprendizado dos últimos dias conhecido como grejestaurada, os membros constituem o “material de estudo“ (ver “Jesus the Perfect Mentor”, Ensign, fevereiro de 2001, p. 13) que é essencial par crescimento e o desenvolvimento. Umrofessorisitante aprende seu dever ao servir e amar suas irmãs dociedade de Socorro. Um professor inexperiente aprende lições preciosas ao ensinar tanto alunos interessados como desatentos e assim se tornm professor mais eficaz. E um novo bispo aprende seu ofício por meio dnspiração e do trabalho conjunto com os membros dlue o apóiam incondicionalmente, mesmo reconhecendo suas fraquezas humanas. </p>
<p>Compreender que grej um laboratório de aprendizado ajud preparar-nos parmealidade inevitável. De umormu de outr mais cedo ou mais tarde, alguém ngrejará ou dirá algo que poderá ser considerado ofensivo. Um acontecimento desse tipo seguramente se dará com cadm de nós — e com certezais de umez. Aindue as pessoas não tenham ntenção de nos insultar ou ofender-nos, pode ser que às vezes ajam de modo irrefletido ou careçam de tato. </p>
<p>Nenhum de nós pode controlar as intenções ou o comportamento dos outros. Contudo, nós é que determinamos aneiromo agiremos. Peço que nunce esqueçam de que todos somos agentes investidos do arbítrio moral e podemos optar por não nos ofendermos. </p>
<p>Durante um período conturbado de guerra, ocorreu umroce correspondêncintre Morôni, o capitão dos exércitos nefitas, e Paorã, juiz supremo e governador do país. Morôni, cujas tropas estavam sofrendo devido ao apoio insuficiente das autoridades, escreveu aorã “ítulo de recriminação” (Alm0:2) e acusou-o duramente de negligência, indolênci indiferença. Paorã poderiacilmente ter-se ressentido com Morôni e suensagem, mas preferiu não se ofender. Paorã reagiu de modo compassivo e relatou umebelião contr governo dual Morôni não tinhiência. Em seguida, respondeu: “(…) Eis que te digo, Morôni, que não me regozijo com vossas grandes aflições; sim, elas afligem-me lma. (…) E agora, em tupístolensuraste-me, mas isso não importa. Não estou zangado; antes, regozijo-me pelrandeze teu coração (…)” (Alm1:2, 9). </p>
<p>Um dos maiores indicadores dossaturidade espiritual é aneire reagirmos às fraquezas, à inexperiênci aos atos potencialmente ofensivos dos outros. Aindue umoisa, um incidente ou umxpressão pareçam ultrajantes, podemos optar por não nos ofendermos — e por dizermos como Paorã: “Não importa”. </p>
<p>Dois Convites<br />
Concluo inhensagem com dois convites.</p>
<p>Primeiro Convite<br />
Convido-os prender e plicar os ensinamentos do Salvador sobre as interações e episódios que podem ser interpretados como ofensivos. </p>
<p>“Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. </p>
<p>Eu, porém, vos digo: Amai ossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem (…); </p>
<p>Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?</p>
<p>E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?</p>
<p>Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:43–44; 46–48).</p>
<p>é interessante notar que dmoestação “sede vós pois perfeitos” vem precedidmediatamente de conselhos sobre orme agir em respost injustiças e ofensas. Está claro que os requisitos rígidos par aperfeiçoamento dos santos incluem designações que nos põem à prov nos desafiam. Se umessoisser ou fizer algo que considerarmos ofensivo, nossrimeirbrigação é recusarmo-nos fender-nos e depois nos comunicarmos em particular, de modo honesto e direto com essoa. Tal atitude é um convite à inspiração do Espírito Santo e permite que os mal-entendidos se esclareçam e que se compreend real intenção. </p>
<p>Segundo Convite<br />
Muitas das pessoas e famílias que mais precisam ouvir estensagem sobre ecisão de não se ofender talvez não estejam participando donferêncionosco hoje. Suponho que todos conhecemos membros que se encontram afastados dgrejor terem preferido ofender-se — e que seriam muito abençoados se voltassem. </p>
<p>Poderiam identificar, em espírito de oração, umessoom quem vocês conversarão e uem farão o convite paroltar osso convívio? Podem dar-lhe umópieste discurso ou, se preferirem, abordar os princípios que discutimos hoje. E, por favor, lembrem-se de que esse convite deve ser feito com amor e mansidão — e não em espírito de superioridade e orgulho. </p>
<p>Ao respondermos sse convite com fé no Salvador, testifico e prometo que portas se abrirão, que nossoce tornará inspirad o Espírito Santo testificará derdade etern que o fogo do testemunho se reacenderá. </p>
<p>Como Seu servo, faço ecoar as palavras do Mestre, ao declarar: “Tenho-vos dito estas coisas parue vos não escandalizeis” (João 16:1). Testifico dealidade e divindade de um Salvador vivo e de Seu poder de ajudar-nos vitar e superar as ofensas. No sagrado nome de Jesus Cristo. Amém.</ref></p>
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		<title>Por: Marcelo Todaro</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-149</link>
		<dc:creator>Marcelo Todaro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 14:04:08 +0000</pubDate>
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		<description>À Marília e a todos a quem possa interessar:

Tenho minha própria experiência de afastamento e retorno à Igreja para contar. Se alguém quiser conhecê-la, pode ser lida na seguinte página de meu blog:

http://marcelotodaro.info/?p=120

Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>À Maríli odos uem possnteressar:</p>
<p>Tenho minhróprixperiêncie afastamento e retorno à Igrejarontar. Se alguém quiser conhecê-la, pode ser lideguinte págine meu blog:</p>
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<p>Um abraço!</ref></p>
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		<title>Por: &#187; &#8220;Preocupação pela Ovelha Perdida&#8221; Blog SUD</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-148</link>
		<dc:creator>&#187; &#8220;Preocupação pela Ovelha Perdida&#8221; Blog SUD</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 14:23:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Esse post é o cumprimento de uma &#8220;promessa&#8221; que fiz nesse. [...] </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Esse post é o cumprimento de um#8220;promessa&#8221; que fiz nesse. [...] </p>
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		<title>Por: Dan Trawick</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-147</link>
		<dc:creator>Dan Trawick</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 23:40:39 +0000</pubDate>
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		<description>Esse é um assunto tão importante. Uma coisa que é extrema importânica é que nos ajudemos as pessoas que estão afastadas da igreja por qualquer motivo. 

Eu me lembro muito bem de muitos casos durante minha missão quando encontrei com membros que tinham sido magoados por algo que alguém disse ou fez. Eu sempre lembrava do discurso do Elder Bednar que falava disso. Que nos podemos decidir se vamos ficar magoados ou não, independente dos motivos da outra pessoa. Simplesmente precisamos decidir a não ficarmos magoados, e como disse no artigo, perdoar e seguir em frente.

Não é fácil, porém, é possível. Podemos seguir o exemplo de Cristo que deixou o próprio povo dele O crucificar, e ainda pagou pelos pecados deles.

Sei que todos nos podemos melhorar na nossa capacidade de perdoar uns aos outros e não ficarmos magoados, e com muita oração e estudo das escrituras, conseguiremos. Podemos também estender uma mão pra ajudar aqueles que estão afastados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um assunto tão importante. Umoisue é extremmportânic que nos ajudemos as pessoas que estão afastadas dgrejor qualquer motivo. </p>
<p>Eu me lembro muito bem de muitos casos durante minhissão quando encontrei com membros que tinham sido magoados por algo que alguém disse ou fez. Eu sempre lembravo discurso do Elder Bednar que falavisso. Que nos podemos decidir se vamos ficar magoados ou não, independente dos motivos dutressoa. Simplesmente precisamos decidir ão ficarmos magoados, e como disse no artigo, perdoar e seguir em frente.</p>
<p>Não é fácil, porém, é possível. Podemos seguir o exemplo de Cristo que deixou o próprio povo dele O crucificar, e aindagou pelos pecados deles.</p>
<p>Sei que todos nos podemos melhorar nossapacidade de perdoar uns aos outros e não ficarmos magoados, e com muitração e estudo das escrituras, conseguiremos. Podemos também estender umão prjudar aqueles que estão afastados.</p>
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		<title>Por: Marília Magalhães</title>
		<link>http://blogsud.org/21/por-que-voce-deixou-a-igreja#comment-146</link>
		<dc:creator>Marília Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:18:32 +0000</pubDate>
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		<description>Samuel, me manda um e-mail: contato@blogsud.org

Incoveniente nada! ;-)

Seja bem vindo.</description>
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<p>Incoveniente nada! <img src='http://blogsud.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sejem vindo.</ref></p>
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