Archive for the ‘Dificuldades da vida’ Category

Crenças Mórmon: Viver Frugalmente, Estar Preparado e Evitar as Dívidas

Viver frugalmente não é uma crença ou conceito estritamente Mórmon, mas é algo ensinado incessantemente dentro da cultura Mórmon e está inclusa em vários livros instrutivos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada de Igreja Mórmon por amigos de outras religiões). Os membros que seguem os conselhos da liderança da Igreja de viver frugalmente são considerados econômicos e preparados. Uma grande parte de viver frugalmente é estar preparado para emergências, e frequentemente existem seminários e atividades dedicadas a aprender como preparar um kit de armazenamento de alimento para 72 horas. Tal preparação oferece paz na mente caso venha a acontecer qualquer desastre natural, ou situações inesperadas, e acreditamos também que é uma parte muito importante em preparação para a Segunda Vinda de Jesus Cristo. Entretanto, este não é o único benefício. Tais preparações deixam os membros preparados para lidar com pequenos “desastres” pessoais tais como um desemprego nestes tempos econômicos difíceis. Meus pais passaram por um pequeno período no qual meu pai ficou desempregado, e eles se tornaram altamente dependente de seu suprimento anual de comida. Viver frugalmente também inclui viver dentro das suas posses – mantendo-se dentro de um orçamento e evitando dívidas. (leia mais…)

Felicidade: Deus não se Esqueceu de Nós

Escrito por Jennifer Francis, um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (“Mórmons”). O Pai Celestial deseja que sejamos felizes por isso deu o Seu Filho unigênito, Jesus Cristo (João 3:16). Em Doutrina e Convênios, um livro de escrituras modernas dada por revelação, e no Livro de Mórmon, um registro dos assuntos de Deus com os antigos habitantes do continente americano, fala que porque Ele desceu abaixo de todas as coisas, o Salvador sabe exatamente como nos socorrer e nos consolar em nossas enfermidades (Doutrina e Convênios 88:6; Livro de Mórmon: Alma 7:12). Ele não só conhece o caminho para a felicidade, Ele é o Caminho que conduz a ela (João 14:6). O Presidente Dieter F. Uchtdorf, um apóstolo moderno e segundo conselheiro na Primeira Presidência (o mais alto conselho governativo da igreja), falou recentemente à Sociedade de Socorro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (conhecida também por amigos de outras religiões como a “Igreja Mórmon”). A Sociedade de Socorro é uma das maiores organizações femininas do mundo. O Presidente Uchtdorf inclui a questão da felicidade como um dos tópicos do seu discurso.

Citação do dia

O trabalho é o antídoto para a ansiedade, um bálsamo para a tristeza e um portal para as possibilidades. Sejam quais forem nossas condições de vida, meus queridos irmãos, façamos tudo o que pudermos e cultivemos uma reputação de excelência em tudo o que fizermos. Vamos deixar a mente e o corpo prontos para a gloriosa oportunidade de trabalho que cada novo dia nos apresenta. Quando nosso carroção fica atolado na lama, é mais provável que Deus ajude o homem que desce e o empurra do que o homem que apenas ergue a voz em oração, por mais eloquente que seja. O Presidente Thomas S. Monson disse o seguinte: ‘Não basta termos o desejo de realizar o esforço e dizermos que o faremos. (…) É na prática, e não só nas palavras, que concretizamos nossas aspirações. Se adiarmos constantemente as nossas metas, nunca as veremos realizadas‘.” ~ Dieter F. Uchtdorf, “Dois Princípios para qualquer economia”, A LIAHONA, Nov 2009, 55–58

Citação do dia

O trabalho é o antídoto para a ansiedade, um bálsamo para a tristeza e um portal para as possibilidades. Sejam quais forem nossas condições de vida, meus queridos irmãos, façamos tudo o que pudermos e cultivemos uma reputação de excelência em tudo o que fizermos. Vamos deixar a mente e o corpo prontos para a gloriosa oportunidade de trabalho que cada novo dia nos apresenta. Quando nosso carroção fica atolado na lama, é mais provável que Deus ajude o homem que desce e o empurra do que o homem que apenas ergue a voz em oração, por mais eloquente que seja. O Presidente Thomas S. Monson disse o seguinte: ‘Não basta termos o desejo de realizar o esforço e dizermos que o faremos. (…) É na prática, e não só nas palavras, que concretizamos nossas aspirações. Se adiarmos constantemente as nossas metas, nunca as veremos realizadas‘.” ~ Dieter F. Uchtdorf, “Dois Princípios para qualquer economia”, A LIAHONA, Nov 2009, 55–58

Esperança e a vida diária

As coisas na quais temos esperança nos sustentam durante nossa caminhada diária. Elas nos mantém de pé durante desafios, tentações e pesar. Todos já experimentaram desânimo e dificuldades. É certo que há momentos em que a escuridão parece insuportável. É nesses momentos em que os princípios divinos do Evangelho restaurado no quais temos esperança podem nos erguer e nos sustentar até que, uma vez mais, caminhemos na luz.” Pres. Dieter F. Uchtdorf

Esperança e a vida diária

As coisas na quais temos esperança nos sustentam durante nossa caminhada diária. Elas nos mantém de pé durante desafios, tentações e pesar. Todos já experimentaram desânimo e dificuldades. É certo que há momentos em que a escuridão parece insuportável. É nesses momentos em que os princípios divinos do Evangelho restaurado no quais temos esperança podem nos erguer e nos sustentar até que, uma vez mais, caminhemos na luz.” Pres. Dieter F. Uchtdorf

Aconteça o que acontecer

“Porque Jesus Cristo sofreu profundamente, Ele entende nosso sofrimento. Ele entende nosso pesar. Experimentamos coisas difíceis para que nós também tenhamos compaixão e compreensão pelo nosso próximo.” (Élder Joseph B. Wirthlin, “Come What May, and Love It”, Ensign, Nov de 2008, p. 26–28)

Aconteça o que acontecer

“Porque Jesus Cristo sofreu profundamente, Ele entende nosso sofrimento. Ele entende nosso pesar. Experimentamos coisas difíceis para que nós também tenhamos compaixão e compreensão pelo nosso próximo.” (Élder Joseph B. Wirthlin, “Come What May, and Love It”, Ensign, Nov de 2008, p. 26–28)

Ninguém tem o direito de nos ofender

“Quando cremos ou afirmamos que nos ofenderam, somente queremos dizer que nos sentimos insultados, maltratados, (…) ou que nos faltaram com o respeito. E, desde cedo, ao nos relacionamos com as demais pessoas, vamos ser objeto de expressões torpes que nos farão sentir vergonha, de observações carentes de escrúpulos e maliciosas, que poderiam fazer com que nos sintamos ofendidos. Não obstante, basicamente, é impossível que outra pessoa lhes ofenda ou que me ofenda. Por certo, crer que outra pessoa nos tenha ofendido é fundamentalmente falso, posto que nos sentirmos ofendidos é um sentimento que escolhemos experimentar e não um estado inferido a nós nem imposto sobre nós por outra pessoa ou coisa. O crer que alguém ou algo poderá fazer com que nos sintamos ofendidos, irritados, tristes emocionalmente ou amargurados diminue nossos arbítrio moral e nos transforma em objetos sobre os quais se atua. Sem embargo, na qualidades de agentes, vocês e eu temos o poder de agir e escolher a forma como reagiremos diante de uma situação (…).” (Élder David A. Bednar, A Liahona. Novembro de 2006, pág. 90) Palavras-chave: Atitude, Ofensas, Arbítrio.

Temperando o temperamento

Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define  minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!