Escrito por Jennifer Francis, um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (“Mórmons”). O Pai Celestial deseja que sejamos felizes por isso deu o Seu Filho unigênito, Jesus Cristo (João 3:16). Em Doutrina e Convênios, um livro de escrituras modernas dada por revelação, e no Livro de Mórmon, um registro dos assuntos de Deus com os antigos habitantes do continente americano, fala que porque Ele desceu abaixo de todas as coisas, o Salvador sabe exatamente como nos socorrer e nos consolar em nossas enfermidades (Doutrina e Convênios 88:6; Livro de Mórmon: Alma 7:12). Ele não só conhece o caminho para a felicidade, Ele é o Caminho que conduz a ela (João 14:6). O Presidente Dieter F. Uchtdorf, um apóstolo moderno e segundo conselheiro na Primeira Presidência (o mais alto conselho governativo da igreja), falou recentemente à Sociedade de Socorro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (conhecida também por amigos de outras religiões como a “Igreja Mórmon”). A Sociedade de Socorro é uma das maiores organizações femininas do mundo. O Presidente Uchtdorf inclui a questão da felicidade como um dos tópicos do seu discurso.
Archive for the ‘Dificuldades da vida’ Category
Citação do dia
O trabalho é o antídoto para a ansiedade, um bálsamo para a tristeza e um portal para as possibilidades. Sejam quais forem nossas condições de vida, meus queridos irmãos, façamos tudo o que pudermos e cultivemos uma reputação de excelência em tudo o que fizermos. Vamos deixar a mente e o corpo prontos para a gloriosa oportunidade de trabalho que cada novo dia nos apresenta. Quando nosso carroção fica atolado na lama, é mais provável que Deus ajude o homem que desce e o empurra do que o homem que apenas ergue a voz em oração, por mais eloquente que seja. O Presidente Thomas S. Monson disse o seguinte: ‘Não basta termos o desejo de realizar o esforço e dizermos que o faremos. (…) É na prática, e não só nas palavras, que concretizamos nossas aspirações. Se adiarmos constantemente as nossas metas, nunca as veremos realizadas‘.” ~ Dieter F. Uchtdorf, “Dois Princípios para qualquer economia”, A LIAHONA, Nov 2009, 55–58
Citação do dia
O trabalho é o antídoto para a ansiedade, um bálsamo para a tristeza e um portal para as possibilidades. Sejam quais forem nossas condições de vida, meus queridos irmãos, façamos tudo o que pudermos e cultivemos uma reputação de excelência em tudo o que fizermos. Vamos deixar a mente e o corpo prontos para a gloriosa oportunidade de trabalho que cada novo dia nos apresenta. Quando nosso carroção fica atolado na lama, é mais provável que Deus ajude o homem que desce e o empurra do que o homem que apenas ergue a voz em oração, por mais eloquente que seja. O Presidente Thomas S. Monson disse o seguinte: ‘Não basta termos o desejo de realizar o esforço e dizermos que o faremos. (…) É na prática, e não só nas palavras, que concretizamos nossas aspirações. Se adiarmos constantemente as nossas metas, nunca as veremos realizadas‘.” ~ Dieter F. Uchtdorf, “Dois Princípios para qualquer economia”, A LIAHONA, Nov 2009, 55–58
Esperança e a vida diária
As coisas na quais temos esperança nos sustentam durante nossa caminhada diária. Elas nos mantém de pé durante desafios, tentações e pesar. Todos já experimentaram desânimo e dificuldades. É certo que há momentos em que a escuridão parece insuportável. É nesses momentos em que os princípios divinos do Evangelho restaurado no quais temos esperança podem nos erguer e nos sustentar até que, uma vez mais, caminhemos na luz.” Pres. Dieter F. Uchtdorf
Esperança e a vida diária
As coisas na quais temos esperança nos sustentam durante nossa caminhada diária. Elas nos mantém de pé durante desafios, tentações e pesar. Todos já experimentaram desânimo e dificuldades. É certo que há momentos em que a escuridão parece insuportável. É nesses momentos em que os princípios divinos do Evangelho restaurado no quais temos esperança podem nos erguer e nos sustentar até que, uma vez mais, caminhemos na luz.” Pres. Dieter F. Uchtdorf
Aconteça o que acontecer
“Porque Jesus Cristo sofreu profundamente, Ele entende nosso sofrimento. Ele entende nosso pesar. Experimentamos coisas difíceis para que nós também tenhamos compaixão e compreensão pelo nosso próximo.” (Élder Joseph B. Wirthlin, “Come What May, and Love It”, Ensign, Nov de 2008, p. 26–28)
Aconteça o que acontecer
“Porque Jesus Cristo sofreu profundamente, Ele entende nosso sofrimento. Ele entende nosso pesar. Experimentamos coisas difíceis para que nós também tenhamos compaixão e compreensão pelo nosso próximo.” (Élder Joseph B. Wirthlin, “Come What May, and Love It”, Ensign, Nov de 2008, p. 26–28)
Ninguém tem o direito de nos ofender
“Quando cremos ou afirmamos que nos ofenderam, somente queremos dizer que nos sentimos insultados, maltratados, (…) ou que nos faltaram com o respeito. E, desde cedo, ao nos relacionamos com as demais pessoas, vamos ser objeto de expressões torpes que nos farão sentir vergonha, de observações carentes de escrúpulos e maliciosas, que poderiam fazer com que nos sintamos ofendidos. Não obstante, basicamente, é impossível que outra pessoa lhes ofenda ou que me ofenda. Por certo, crer que outra pessoa nos tenha ofendido é fundamentalmente falso, posto que nos sentirmos ofendidos é um sentimento que escolhemos experimentar e não um estado inferido a nós nem imposto sobre nós por outra pessoa ou coisa. O crer que alguém ou algo poderá fazer com que nos sintamos ofendidos, irritados, tristes emocionalmente ou amargurados diminue nossos arbítrio moral e nos transforma em objetos sobre os quais se atua. Sem embargo, na qualidades de agentes, vocês e eu temos o poder de agir e escolher a forma como reagiremos diante de uma situação (…).” (Élder David A. Bednar, A Liahona. Novembro de 2006, pág. 90) Palavras-chave: Atitude, Ofensas, Arbítrio.
Temperando o temperamento
Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!
Temperando o temperamento
Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!


