Archive for the ‘Dificuldades da vida’ Category

Temperando o temperamento

Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define  minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!

Quando vem a adversidade

“Somos propensos a contender com a adversidade, às vezes até com veemência e fúria, quando no final ela pode ser a manifestação da sabedoria divina e do cuidado amoroso de nosso Pai, interferindo em nosso conforto temporário em prol de uma bênção permanente. Nas tribulações e sofrimentos da mortalidade existe um ministério divino que apenas a alma (que está) afastada de Deus não consegue entender. Para muitos, a perda das riquezas tem sido uma bênção, um meio providencial de afastá-los dos confins da auto-indulgência e guiá-los à liberdade, onde ilimitadas oportunidades esperam aqueles que lutam por ela. A decepção, a tristeza e as aflições podem ser a manifestação da bondade sábia do Pai Celestial.” James E. Talmage A Liahona, fev de 2003

Quando vem a adversidade

“Somos propensos a contender com a adversidade, às vezes até com veemência e fúria, quando no final ela pode ser a manifestação da sabedoria divina e do cuidado amoroso de nosso Pai, interferindo em nosso conforto temporário em prol de uma bênção permanente. Nas tribulações e sofrimentos da mortalidade existe um ministério divino que apenas a alma (que está) afastada de Deus não consegue entender. Para muitos, a perda das riquezas tem sido uma bênção, um meio providencial de afastá-los dos confins da auto-indulgência e guiá-los à liberdade, onde ilimitadas oportunidades esperam aqueles que lutam por ela. A decepção, a tristeza e as aflições podem ser a manifestação da bondade sábia do Pai Celestial.” James E. Talmage A Liahona, fev de 2003

És tu maior do que eles?

Aos que sabem e aos que ainda não sabem: estou a um passo de enviar meus papéis para servir missão de tempo integral. Hoje eu senti muito medo! Olhei para a Margareth, a gata adorável e inteligente que eu crio e por quem sou completamente apaixonada, e chorei. E se ela morrer enquanto eu estiver na missão? E se minha amada avó, que tem 84 anos, morrer enquanto eu estiver na missão? E se eu pegar uma doença grave na missão? E se grupo musical em que toco for convidado para tocar até na Muralha da China (e eu espero mesmo que elas tenham todo o sucesso e reconhecimento do mundo) enquanto eu estiver na missão e eu morra de vontade de estar fazendo isso tudo com elas? E se eu só tiver companheiras malucas? E se o homem da minha vida, que nem conheço ainda, se casar com umazinha qualquer, que, sem dúvida alguma não o merecerá, porque estou eu estou na missão? Medo, medo, medo, medo! Sabem o que é isso?

És tu maior do que eles?

Aos que sabem e aos que ainda não sabem: estou a um passo de enviar meus papéis para servir missão de tempo integral. Hoje eu senti muito medo! Olhei para a Margareth, a gata adorável e inteligente que eu crio e por quem sou completamente apaixonada, e chorei. E se ela morrer enquanto eu estiver na missão? E se minha amada avó, que tem 84 anos, morrer enquanto eu estiver na missão? E se eu pegar uma doença grave na missão? E se grupo musical em que toco for convidado para tocar até na Muralha da China (e eu espero mesmo que elas tenham todo o sucesso e reconhecimento do mundo) enquanto eu estiver na missão e eu morra de vontade de estar fazendo isso tudo com elas? E se eu só tiver companheiras malucas? E se o homem da minha vida, que nem conheço ainda, se casar com umazinha qualquer, que, sem dúvida alguma não o merecerá, porque estou eu estou na missão? Medo, medo, medo, medo! Sabem o que é isso?

Para refletir

Recebi por e-mail do irmão Sérgio Carboni, diretor do Instituto Fortaleza Oeste, no qual assisto a aulas de religião, e compartilho: Quando as coisas do mundo se acumulam é muito freqüente que as coisas erradas tenham a prioridade maior. Torna-se fácil, então, esquecer o propósito fundamental da vida. Satanás tem uma arma poderosa para usar contra as pessoas boas: a distração. Ele permitiria que as pessoas enchessem sua vida com “coisas boas”, para que não tivessem espaço para as coisas essenciais. Você, incosciente, já se encontra preso nessa armadilha?” (Élder Scott, Primeiro o Mais Importante, A Liahona, Julho, 2001, p. 7)

Com mão poderosa vos há de suster

Estava conversando agorinha com minha grande amiga Fernanda Ribeiro sobre os medos que a gente tem do que vê e, especialmente, do que não vê. Lemos umas escrituras juntas e aprendemos muito com elas, mas o que foi realmente contundente à alma (pelo menos à minha) foi a lembrança da Fernanda nos presentear

“Preocupação pela Ovelha Perdida”

Jesus Cristo é nosso maior exemplo. Ele estava cercado por multidões e falou a milhares, mas sempre Se preocupou com as pessoas individualmente. ÉLDER JOSEPH B. WIRTHLIN Do Quórum dos Doze Apóstolos Sinto-me grato pela oportunidade de estar com vocês hoje neste magnífico Centro de Conferências. Por maior que seja esta congregação, é apenas uma fração dos milhões que verão, ouvirão e lerão as palavras proferidas nesta grande conferência. Evidentemente, sentiremos muito a falta de nosso amado Presidente Gordon B. Hinckley. Somos todos pessoas melhores, graças a sua influência. A Igreja está mais forte graças a sua orientação. De fato, o mundo é um lugar melhor por termos tido um líder como o Presidente Gordon B. Hinckley.

Por que você deixou a Igreja?

Há certas coisas que só vivendo para se conhecer bem, não é? Decidir voltar à Igreja, após certo tempo de inatividade, é uma delas. Sentir-se de volta à casa do seu Pai é indescritivelmente gratificante, mas o caminho até esse ponto pode ser desafiador e às vezes doloroso. Se você está pensando em percorrê-lo, por favor, leia as palavras de quem passou – bem – por ele. O primeiro passo é se perguntar por que você, originalmente, parou de ir à Igreja. A menos que você resolva essa questão, é provável que o seu regresso não seja seguro. Existe uma série de motivos que normalmente fazem com que as pessoas deixem de ir à Igreja.

“Não estás só”

Eu sou, em geral, uma pessoa bastante saudosista (apesar da péssima memória factual). Ultimamente tenho me lembrado muito de várias cenas da minha infância. Em especial, tenho me lembrado de quando os missionários levavam pesquisadores da Igreja lá para casa para mostrar filmes como o “Introdução ao Evangelho”, uma coletânea de cinco vídeos sobre as doutrinas básicas da Igreja: o Plano de Salvação, Famílias Eternas e outros. Em um deles – sinceramente não me lembro qual -, há uma belíssima música cantada por um homem: “Não estás só. Mesmo que assim pareça, não estás só. (…) E os teus prantos são apenas desabafo. Podes crer no amanhã, pois o sol há de brilhar e o meu amor hás de sentir. (…) Eu te amo e ao teu lado vou estar. E te ajudarei. Não estás só”. Hmmm… Bem que tentei, mas não me lembrei da letra toda mesmo… Mas esses trechos me são um bom alívio quando preciso deles. E, meus amigos, é disso que preciso agora: alívio da dor e certeza de que não estou só (“mesmo que assim pareça”)…