Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!
Archive for the ‘Experiências pessoais’ Category
Temperando o temperamento
Os que não me conhecem pessoalmente permitam-me: sou fofinha, sou um doce, sou meiguinha, mas também posso ser assustadora só pela mudança no meu tom de voz. Vejam bem: sou pavio curto, como define minha tia Jucileide. Sei que é feio, incômodo e antigo esse meu problema. Há épocas em que estou mais moderada, sorridente e sociável. Mas há outras, como as mais recentes e atuais, em que sou a personificação da impaciência e da fácil irritabilidade. É quando fico mais calada, intolerante e de poucos amigos mesmo. Acontece que, como tenho consciência disso e odeio ser assim, nos últimos dias tinha estado pensando – sem muita seriedade, assumo – que circunstâncias e pessoas em especial parecem me tirar “do sério” ou, melhor dizendo, “do estado de risos”. Fiz uma lista e pedi ao Paulo, meu namorado, que me “monitorasse”. Contudo, como não havia método, quase nada se alterou. Eu continuo (continuava?) uma pilha. Até que… eureka!
És tu maior do que eles?
Aos que sabem e aos que ainda não sabem: estou a um passo de enviar meus papéis para servir missão de tempo integral. Hoje eu senti muito medo! Olhei para a Margareth, a gata adorável e inteligente que eu crio e por quem sou completamente apaixonada, e chorei. E se ela morrer enquanto eu estiver na missão? E se minha amada avó, que tem 84 anos, morrer enquanto eu estiver na missão? E se eu pegar uma doença grave na missão? E se grupo musical em que toco for convidado para tocar até na Muralha da China (e eu espero mesmo que elas tenham todo o sucesso e reconhecimento do mundo) enquanto eu estiver na missão e eu morra de vontade de estar fazendo isso tudo com elas? E se eu só tiver companheiras malucas? E se o homem da minha vida, que nem conheço ainda, se casar com umazinha qualquer, que, sem dúvida alguma não o merecerá, porque estou eu estou na missão? Medo, medo, medo, medo! Sabem o que é isso?
És tu maior do que eles?
Aos que sabem e aos que ainda não sabem: estou a um passo de enviar meus papéis para servir missão de tempo integral. Hoje eu senti muito medo! Olhei para a Margareth, a gata adorável e inteligente que eu crio e por quem sou completamente apaixonada, e chorei. E se ela morrer enquanto eu estiver na missão? E se minha amada avó, que tem 84 anos, morrer enquanto eu estiver na missão? E se eu pegar uma doença grave na missão? E se grupo musical em que toco for convidado para tocar até na Muralha da China (e eu espero mesmo que elas tenham todo o sucesso e reconhecimento do mundo) enquanto eu estiver na missão e eu morra de vontade de estar fazendo isso tudo com elas? E se eu só tiver companheiras malucas? E se o homem da minha vida, que nem conheço ainda, se casar com umazinha qualquer, que, sem dúvida alguma não o merecerá, porque estou eu estou na missão? Medo, medo, medo, medo! Sabem o que é isso?
Porque sim não é resposta!
Vocês se lembram do personagem Zequinha do Castelo Rá-tim-bum, da TV Cultura? Sapeca, curioso, inteligente e esperto, Zequinha é dono de uns porquês que não têm fim, que, invariavelmente, são encerrados com um “Porque sim, Zequinha!” impaciente e contrariado. Mas, como ensina o personagem Professor Tibúrcio, porque sim não é resposta! O que isso tem a ver com o Evangelho Restaurado? Nada, admito. Estou escrevendo esse post com ares de infância para participar da brincadeira de “Passar-o-Anel-Virtual-dos-Blogueiros” que chegou aqui pela Taty Sputnik, do blog 1º Néfi 13:22. Ela quer saber por que o nome Blog SUD. Aproveito o clima deixado pelo Dia das Crianças ontem e, como a Taty tem maior talento para Zequinha, respondo: – Porque sim, Taty! (Hehehe… Brincadeira! ) Agora sério! Em verdade, em verdade vos digo que o Blog SUD tem esse nome porque… bem, por que… Não sei! (Ah, brinquei de novo! Hehehe… Agora chega, né? ) A resposta real é bem simples, óbvia e até meio sem graça: é um cantinho na grande rede em que membros d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias podem falar, por si mesmos, sobre a Igreja; sobre doutrinas, princípios, leis e ordenanças do Evangelho (leia mais…)
História de conversão
Esta é a história da conversão de Giuseppe Martinengo à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida comumente como igreja mórmon. No vídeo, Giuseppe, um italiano que morou no Brasil, conta como foi seu encontro com os missionários mórmons e como os ensinamentos da Igreja têm melhorado a sua vida e a de sua família.
Com mão poderosa vos há de suster
Estava conversando agorinha com minha grande amiga Fernanda Ribeiro sobre os medos que a gente tem do que vê e, especialmente, do que não vê. Lemos umas escrituras juntas e aprendemos muito com elas, mas o que foi realmente contundente à alma (pelo menos à minha) foi a lembrança da Fernanda nos presentear
Firmes no fogo
Seth Adam Smith é um dos meus contatos favoritos no Youtube. Com freqüência, ele produz e compartilha vídeos inspiradores a respeito do Evangelho e da Igreja e os põe na Internet. Sou grata por compreender inglês e ser tão fortemente tocada pelas mensagens verbais dos vídeos, mas, ao mesmo tempo, me sinto limitada por não ter condições de traduzir todo o material dele e compartilhar com vocês, meus amigos brasileiros (em tempo: Seth é norte americano). Bom, faço o que posso e hoje resolvi compartilhar um vídeo maravilhoso. Logo abaixo, coloquei a tradução da descrição do vídeo, que é um forte e vigoroso testemunho de Seth. Faço minhas as palavras dele. Até!
Filhas do Pai Celestial
De todos os títulos que Deus escolheu para Si mesmo – dentre eles: Todo-Poderoso, Altíssimo, Santíssimo, Homem de Santidade e Ser Supremo –, aquele que mais O agrada, creio com firmeza, é o de Pai Celestial. Ele é, literalmente, o Pai de nossos espíritos. É um Deus pessoal, com corpo e espírito glorificados, santos e eternos. Assim, Ele anseia que nos relacionemos com Ele pessoalmente, como Seus filhos e filhas. Afinal, não somos meras criaturas nem obra do acaso. A respeito disso, a Primeira Presidência de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, declarou solenemente em A Família: Proclamação ao Mundo: Todos os seres humanos – homem e mulher – foram criados à imagem de Deus. Cada indivíduo é um filho (ou filha) gerado em espírito por pais celestiais que o amam e, como tal, possui natureza e destino divinos.”
Por que você deixou a Igreja?
Há certas coisas que só vivendo para se conhecer bem, não é? Decidir voltar à Igreja, após certo tempo de inatividade, é uma delas. Sentir-se de volta à casa do seu Pai é indescritivelmente gratificante, mas o caminho até esse ponto pode ser desafiador e às vezes doloroso. Se você está pensando em percorrê-lo, por favor, leia as palavras de quem passou – bem – por ele. O primeiro passo é se perguntar por que você, originalmente, parou de ir à Igreja. A menos que você resolva essa questão, é provável que o seu regresso não seja seguro. Existe uma série de motivos que normalmente fazem com que as pessoas deixem de ir à Igreja.


